1) Lavagem de Motores:
Os motores equipados com injeção eletrônica não devem ser lavados, pois a humidade e os fortes produtos quÃmicos afetam os contatos dos componentes elétricos e eletrônicos. A lavagem pode ser feita por ocasião de uma revisão do motor, já que o profissional da reparação consegue evitar tais problemas.
2) Direção Hidráulica:
Ao se realizar manobras, não se deve esterçar o volante até o batente final por mais de 3 segundos. Todo o sistema recebe pressões extremas, ocasionando vazamentos constantes além de ruÃdos.
3) Freios:
Logo após a manutenção do sistema de freios não se deve freiar com rigor nos primeiros 300 km deve-se dirigir sem exageros evitando empenar discos, tambores e danificar definitivamente pastilhas e lonas de freio. Este perÃodo é necesário para o correto assentamento dos componentes.
4) Chaves com Imobilizadores:
As chaves dos novos veÃculos podem vir equipadas com um sistema eletrônico que bloqueia a partida do veÃculo, e como todo componente eletrônico, não deverá cair no chão, ficar perto de celulares ou junto de outras chaves (como nos postos de gasolina e estacionamentos) e não deverá também ser aberta, pois o transponder (pequeno componente do tamanho de um feijão) poderá cair e não mais ser encontrado. Em alguns casos, todo o sistema de trancas e chaves poderá ser trocado.
5) Troca de Óleo:
VeÃculos que circulam a maior parte do tempo na cidade, exigem troca de óleo com maior frequência. A GM destaca nos manuais de seus veÃculos, a seguinte tabela:
VeÃculos como Corsa, Gol e Pálio 1.0, apresentam tendência a carbonização excessiva no cabeçote (válvulas comando) exigindo desmontagem, jateamento, com retÃfica total da peça. Só a troca de óleo antecipada e por óleos de boa qualidade, consegue evitar estes danos
Obs.: verifique o nÃvel de óleo somente em casa, pela manhã, no nÃvel, antes de dar a partida no motor, e no mÃnimo uma vez por semana. evite que esta operação seja feita por frentistas, pois quando se para o veÃculo no posto, seu motor está quente e o óleo espalhado pelas superfÃcies internas, e logicamente o nÃvel sempre estará abaixo do ideal. Isto não significa que o óleo precise ser completado.
Evite também que se abra o reservatório de água, pois a mesma está quente, sob pressão e certamente irá vazar. São comuns os casos de clientes que circularam sem a tampa do reservatório, que foi esquecida pelo frentista. O motor pode sofrer danos irreparáveis (barulhos de saia de pistão) ou danos de custos de reparação elevados.
6) Tanque de CombustÃvel e o Sistema de Canister
Desde de 1989 os veÃculos a gasolina são equipados com o sistema de canister, que evita que os vapores da gasolina (hidrocarbonetos) não só do tanque como no carburador, se diluam na atmosfera. Estes vapores são direcionados para um filtro de carvão ativado, que os retem, e somente em algumas situações de aceleração, o vácuo provocado pelo motor, irá purgar estes vapores para dentro do motor, queimando-os.
Nota:
Não se deve encher o tanque até a boca. deve-se enche-lo até o momento em que os bicos automáticos das bombas se desarmem. Isto evitará que o filtro de carvão seja destruido.
É normal sentirmos um sopro quando abrimos o tanque, pois devido a este sistema de canister, passaram a trabalhar pressurizados.
7) Catalizadores:
São componente vitais para a redução da poluição automotiva. Estão equipados com metais nobres, que reagem com os gases nocivos da combustão, transformando-os em gases de baixos teores agressivos. Quando um motor apresenta falhas de funcionamento, principalmente por ignição, esta peça estará seriamente comprometida, pois trabalha a temperaturas superiores a 300º Celsius, e qualquer quantidade de gasolina não queimada que chegar a este componente, irá provocar uma combustão expontânea, danificando-o definitivamente.
A sua retirada ocasionará multas e até o recolhimento do veÃculo, além se estar contribuindo seriamente para a degradação da atmosfera.

Alinhamento e Balanceamento:
Faça periodicamente, alinhamento e balanceamento das rodas. indicamos a cada 5.000 km devido as péssimas condições das ruas e estradas. Caso aconteça algum acidente com estes buracos, esta verificação deverá ser antecipada.
9) Choques Elétricos:
Se você recebe um choque quando sai do veÃculo ou quando vai abrir um portão, saiba que pode ser reduzido a nÃveis satisfatórios. Esta energia é estática e acontece principalmente devido ao material dos bancos e forrações internas (sintéticas) estarem em atrito com o motorista. Esta escarga pode chegar a 5.000 Volts, mas por sorte, tem baixa amperagem.
Segundo o engenheiro Miguel Arcosi, da Ford Ind. e Com. (FIC), esta descarga poderá ser controlada, fabricando-se o seguinte dispositivo:
Montar 1 resistor de 1 megaohms, facilmente encontrado nas lojas de eletrônica, centro de um tubo isolante com duas pontas metálicas (como um fusÃvel de vidro). Montá-lo no chaveiro do veÃculo e ao sair do veÃculo, tocar com o dispositivo em qualquer parte metálica do carro (ex: dobradiça da porta, maçaneta, etc) e segurar com a mão na outra extremidade. Isto fará com que a energia volte ao veÃculo, facilitando a sua saÃda.
10) Trânsito e Segurança:
Está cada vez mais difÃcil dirigir nas cidades e Juiz de Fora não fugirá a regra. Tenho observado algumas coisas quando dirijo.
As vezes percebo que em certos cruzamentos, deverÃamos fazer o “um a um”, ou seja, cada motorista de uma rua, deixa entrar um carro da outra rua. Por exemplo: quando estamos em uma grande avenida, por estarmos na peferêncial, não gostamos que alguém tente entrar em nossa pista, mas quando estamos na rua secundária, reclamamos que não nos, deixam entrar.
Que tal algumas regras:
a) Sinalize também com as mãos, as suas intenções e agradeça qualquer tipo de ajuda do colega motorista.
b) Verifique sempre as lâmpadas de sinalização, principalmente as da traseira.
c) Instale um acessório importante, o brake-light, em local visÃvel. o ideal seria na parte intena e inferior do vidro traseiro.
d) O pisca alerta só deve ser usado com o veÃculo parado em local de pouca segurança.
e) Alguns veÃculos estão equipados com luz de neblina traseira, e esta só deve ser usada com forte neblina ou nevoeiro. Se acesa em outras condições, provoca irritação, ofuscamento nos motoristas de trás, pois tem a intensidade maior que as outras.
1) Lavagem de Motores:Os motores equipados com injeção eletrônica não devem ser lavados, pois a humidade e os fortes produtos quÃmicos afetam os contatos dos componentes elétricos e eletrônicos. A lavagem pode ser feita por ocasião de uma revisão do motor, já que o profissional da reparação consegue evitar tais problemas.
2) Direção Hidráulica:Ao se realizar manobras, não se deve esterçar o volante até o batente final por mais de 3 segundos. Todo o sistema recebe pressões extremas, ocasionando vazamentos constantes além de ruÃdos.
3) Freios:Logo após a manutenção do sistema de freios não se deve freiar com rigor nos primeiros 300 km deve-se dirigir sem exageros evitando empenar discos, tambores e danificar definitivamente pastilhas e lonas de freio. Este perÃodo é necesário para o correto assentamento dos componentes.
4) Chaves com Imobilizadores:As chaves dos novos veÃculos podem vir equipadas com um sistema eletrônico que bloqueia a partida do veÃculo, e como todo componente eletrônico, não deverá cair no chão, ficar perto de celulares ou junto de outras chaves (como nos postos de gasolina e estacionamentos) e não deverá também ser aberta, pois o transponder (pequeno componente do tamanho de um feijão) poderá cair e não mais ser encontrado. Em alguns casos, todo o sistema de trancas e chaves poderá ser trocado.
5) Troca de Óleo:VeÃculos que circulam a maior parte do tempo na cidade, exigem troca de óleo com maior frequência. A GM destaca nos manuais de seus veÃculos, a seguinte tabela:VeÃculos como Corsa, Gol e Pálio 1.0, apresentam tendência a carbonização excessiva no cabeçote (válvulas comando) exigindo desmontagem, jateamento, com retÃfica total da peça. Só a troca de óleo antecipada e por óleos de boa qualidade, consegue evitar estes danosObs.: verifique o nÃvel de óleo somente em casa, pela manhã, no nÃvel, antes de dar a partida no motor, e no mÃnimo uma vez por semana. evite que esta operação seja feita por frentistas, pois quando se para o veÃculo no posto, seu motor está quente e o óleo espalhado pelas superfÃcies internas, e logicamente o nÃvel sempre estará abaixo do ideal. Isto não significa que o óleo precise ser completado.Evite também que se abra o reservatório de água, pois a mesma está quente, sob pressão e certamente irá vazar. São comuns os casos de clientes que circularam sem a tampa do reservatório, que foi esquecida pelo frentista. O motor pode sofrer danos irreparáveis (barulhos de saia de pistão) ou danos de custos de reparação elevados.
6) Tanque de CombustÃvel e o Sistema de CanisterDesde de 1989 os veÃculos a gasolina são equipados com o sistema de canister, que evita que os vapores da gasolina (hidrocarbonetos) não só do tanque como no carburador, se diluam na atmosfera. Estes vapores são direcionados para um filtro de carvão ativado, que os retem, e somente em algumas situações de aceleração, o vácuo provocado pelo motor, irá purgar estes vapores para dentro do motor, queimando-os.Nota:Não se deve encher o tanque até a boca. deve-se enche-lo até o momento em que os bicos automáticos das bombas se desarmem. Isto evitará que o filtro de carvão seja destruido.É normal sentirmos um sopro quando abrimos o tanque, pois devido a este sistema de canister, passaram a trabalhar pressurizados.
7) Catalizadores:São componente vitais para a redução da poluição automotiva. Estão equipados com metais nobres, que reagem com os gases nocivos da combustão, transformando-os em gases de baixos teores agressivos. Quando um motor apresenta falhas de funcionamento, principalmente por ignição, esta peça estará seriamente comprometida, pois trabalha a temperaturas superiores a 300º Celsius, e qualquer quantidade de gasolina não queimada que chegar a este componente, irá provocar uma combustão expontânea, danificando-o definitivamente.A sua retirada ocasionará multas e até o recolhimento do veÃculo, além se estar contribuindo seriamente para a degradação da atmosfera.
Alinhamento e Balanceamento:Faça periodicamente, alinhamento e balanceamento das rodas. indicamos a cada 5.000 km devido as péssimas condições das ruas e estradas. Caso aconteça algum acidente com estes buracos, esta verificação deverá ser antecipada.
9) Choques Elétricos:Se você recebe um choque quando sai do veÃculo ou quando vai abrir um portão, saiba que pode ser reduzido a nÃveis satisfatórios. Esta energia é estática e acontece principalmente devido ao material dos bancos e forrações internas (sintéticas) estarem em atrito com o motorista. Esta escarga pode chegar a 5.000 Volts, mas por sorte, tem baixa amperagem.Segundo o engenheiro Miguel Arcosi, da Ford Ind. e Com. (FIC), esta descarga poderá ser controlada, fabricando-se o seguinte dispositivo:Montar 1 resistor de 1 megaohms, facilmente encontrado nas lojas de eletrônica, centro de um tubo isolante com duas pontas metálicas (como um fusÃvel de vidro). Montá-lo no chaveiro do veÃculo e ao sair do veÃculo, tocar com o dispositivo em qualquer parte metálica do carro (ex: dobradiça da porta, maçaneta, etc) e segurar com a mão na outra extremidade. Isto fará com que a energia volte ao veÃculo, facilitando a sua saÃda.
10) Trânsito e Segurança:Está cada vez mais difÃcil dirigir nas cidades e Juiz de Fora não fugirá a regra. Tenho observado algumas coisas quando dirijo.As vezes percebo que em certos cruzamentos, deverÃamos fazer o “um a um”, ou seja, cada motorista de uma rua, deixa entrar um carro da outra rua. Por exemplo: quando estamos em uma grande avenida, por estarmos na peferêncial, não gostamos que alguém tente entrar em nossa pista, mas quando estamos na rua secundária, reclamamos que não nos, deixam entrar.
Que tal algumas regras:a) Sinalize também com as mãos, as suas intenções e agradeça qualquer tipo de ajuda do colega motorista.b) Verifique sempre as lâmpadas de sinalização, principalmente as da traseira.c) Instale um acessório importante, o brake-light, em local visÃvel. o ideal seria na parte intena e inferior do vidro traseiro.d) O pisca alerta só deve ser usado com o veÃculo parado em local de pouca segurança.e) Alguns veÃculos estão equipados com luz de neblina traseira, e esta só deve ser usada com forte neblina ou nevoeiro. Se acesa em outras condições, provoca irritação, ofuscamento nos motoristas de trás, pois tem a intensidade maior que as outras.